O que é: Uma exposição que parte da observação da natureza para celebrar a transformação, a imperfeição e a fragilidade dos processos fotográficos. Entre o acaso e o controlo, a autora recorre a métodos alternativos de revelação, de baixa toxicidade, utilizando soluções à base de plantas e de ingredientes domésticos comuns. A fotografia afirma-se aqui como objeto material, atravessado pela passagem do tempo e pela vulnerabilidade da sua própria matéria.
Quando: de 10 de setembro a 15 de novembro, de 2.ªf a domingo – das 10h às 20h
Inauguração: 10 de setembro, às 18h00
Onde: Mercado de Campo de Ourique (Bancas 8 e 9)